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Muitos são os recursos hoje disponíveis ao Fisioterapeuta para tratar seus pacientes e a Osteopatia chega como sua mais recente opção de Especialização.

Tendo seus princípios baseados em conhecimentos profundos de anatomia, fisiologia e biomecânica humana e fundamentados na prática clínica e pesquisa científica a Osteopatia constitui-se num método de diagnóstico e tratamento altamente eficaz.

Todo processo de avaliação e conduta terapêutica visa restabelecer o equilíbrio corporal através de uma intervenção manual direta nos focos de bloqueio do corpo pois desta forma o organismo tem condições de, através de seus mecanismos de auto-regulação, promover a saúde.

 A partir de um minucioso exame, o Osteopata elege os tecidos (músculos, ligamentos, nervos, órgãos, sistema circulatório, linfático, etc) a serem tratados e por meio de técnicas específicas realiza procedimentos para ajustá-los em seu melhor estado de funcionamento; sempre buscando o equilíbrio entre a estrutura e a função que a mesma deve desempenhar. Geralmente a dor ou qualquer outro sintoma é fruto de sobrecargas as quais o corpo está submetido e o objetivo do tratamento Osteopático é encontrá-las e corrigí-las.

Sem contra-indicações, a Osteopatia pode ajudar desde crianças a idosos a manter ou buscar a saúde plena, sendo também muito eficaz para os desportistas em geral.

Para tomada de decisão na conduta terapêutica, o paciente passa pelo exame clínico que compreende entrevista, exame físico e testes Osteopáticos. Os atendimentos têm em média 45 minutos, e o tempo total de tratamento geralmente é rápido mas depende de cada caso.  O alívio do quadro doloroso é, muitas vezes, imediato e progride a cada consulta.

No Brasil, a Osteopatia é reconhecida como especialidade do Fisioterapeuta por uma Resolução do Conselho Federal de Fisioterapia, o COFFITO, publicada em 2001.

INDICAÇÕES GERAIS

  • Osteopatia Estrutural: alterações da coluna vertebral como as protusões e hérnias discais, ciáticas, torcicolos, lombalgias agudas ou crônicas, vertigens, neuralgias cervicobraquiais; atuando também nas inflamações e dores dos membros como tendinites (LER/DORT), dor miofascial, bursites; problemas articulares gerais como entorses e traumas, e em todas as patologias que possuem caráter músculo-esquelético.

  • Osteopatia Craniana: cefaléias e enxaquecas; distúrbios visuais e auditivos; disfunções da articulação têmporo-mandibular (ATM); distúrbios de deglutição; alterações digestivas (pela inervação do nervo vago); alterações vestibulares; alergias; rinites e sinusites; otites; dores crônicas; torcicolo congênito em bebês, etc.

  • Osteopatia Visceral: hérnia de hiato; ptoses viscerais; asma brônquica; pneumonia; constipação intestinal e refluxo (inclusive em bebês); distúrbios hepatobiliares; alterações cardíacas; distúrbios renais; alterações do ciclo menstrual; síndrome pré-menstrual; alterações hormonais; queda da imunidade; patologias sistêmicas de origem visceral, entre outra

Conheça como a Osteopatia trata algumas patologias específicas:


Hérnia de disco

    FILOSOFIA

    Dr. Andrew Still (1828-1917), médico norte americano, foi o grande responsável pela revolucionária forma de pensar, tratar e curar as doenças que denominou Osteopatia.


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